Para sempre sua

Nesse terceiro volume da série, Gideon e Eva tentam lidar com suas emoções após ele ter assassinado Nathan, o filho do seu padrasto que a violentava quando ainda era uma criança.

Gideon e Eva fingem se afastar um do outro para não levantar suspeitas. Acontece que nesse livro encontramos um Gideon vulnerável, meloso e extremamente pegajoso. “Coisa que ele não era nos outros dois livros da série”.

Eva está cada vez mais chata. Como ela sempre foi na minha opinião.
Sempre insegura mesmo com as mais belas declarações de Gideon para ela.

Cary quase não aparece na trama. É como se ele nem existisse aqui coitado. Senti muita falta dele.

Temos algumas surpresas com os pais de Eva e Corinne. Realmente, essa Corinne me tira do sério.

O livro é realmente muito bem escrito. Uma riqueza de detalhes extremamente chocante. Muitas das cenas eu mesma achei que Gideon iria se materializar na minha frente. Mas a autora exagerou na dose nas partes picantes, com muitos palavrões e putaria total. Praticamente 90% do livro foi só sexo. Enjoativo e sem conteúdo. Eu não acredito que duas pessoas consiga fazer isso o tempo toto em horário integral.

O final do livro me deu uma sensação extranha. Uma sensação de tipo: ” Eu não acredito que foi só isso!”
Eu esperava mais. Muito mais. Fiquei arrasada e decepcionada. Mas, como sou muito fã de Crossfire, vou dar uma segunda chance a série para que ela possa me surpreender, pois sei que a autora tem muitas coisas que valem a pena serem contadas nessa história.

Quero saber como Gideon superará seus traumas de infância e seus sonhos violentos. Se Eva vai parar de ser tão irritante, se Corinne vai se tocar e cair fora, Se Cary sai de cima do muro e decide se ele quer a Tatiana ou o namorado.